PALESTRAS

 

Estes e outros temas e abordagens podem ser ajustados a cada público e contexto. Mais que aprender: compartilhar o entusiasmo de realizar atitudes verdadeiras, simples, viáveis, inovadoras e transformadoras!

 

VOCÊ É O CLIENTE: MESMICE OU OPORTUNIDADE?

Pessoas comuns falam muito e bem de si mesmas e muito e mal das outras, principalmente, pelas costas e com as quais tenham diferenças ou que lhes incomodem; falam de quase tudo e quase todos: mesmo que lhes falte fundamentação, sobre parcialidade, falte isenção, sobre obtusidade, falte empatia; não sabem distinguir fato, boato, versão, opinião e ponto de vista, ou, não sabem lidar com eles ética e inteligentemente (não me refiro aos canalhas inteligentes, manipuladores e exploradores de terceiros).

Pessoas diferenciadas observam e escutam mais do que falam, aprendem que a trave ou cisco nem sempre está no olho alheio e, conforme se aceitam aprendizes da arte de se colocar no lugar do outro, constroem-se mestres em bem servir, notáveis profissionalmente e em qualquer relacionamento e atividade típicos das pessoas de boa vontade, bom senso e boa formação.

Com ou sem crise, e sempre haverá alguma crise, com quaisquer níveis de desemprego, cada vez mais selecionadores e empregadores sérios e capazes custam a encontrar entre os pretendentes aos postos de trabalho, e entre os já empregados, predicados tão elementares e vanguardistas, que poderiam ser desenvolvidos, em essência, antes mesmo de alcançarem a idade de adentrar ao mercado de trabalho.

Encontro para quem está fora do mercado de trabalho, ou está, mas, não evolui e não se satisfaz; para quem não incide no erro de achar tolice o que chamo de oportunidade para inovar-se e se diferenciar.

 

O PROCESSO SELETIVO

Continuam sendo demais as pessoas que procuram, participam e não sabem como funcionam agências de empregos, assessorias, consultorias etc, ou, sabem, porém, não querem ou não conseguem firmar parceria que lhes amplie a empregabilidade e trabalhabilidade e possa resultar na sua entrada ou reentrada no mercado de trabalho. O encontro inclui dicas para evitar ser vítima de oportunistas que não são recrutadores, selecionadores, consultores ou empregadores sérios e capazes e exploram a boa fé alheia; e, principalmente, para potencializar suas possibilidades de alcançar seus objetivos.

 

EMPREGADOS NA ÁREA DOMÉSTICA

Emprego doméstico não é bico, quebra galho, serviço humilhante e, embora seja descendente da escravidão, de jeito nenhum pode permitir qualquer espécie de exploração velada ou explícita. O que se espera de quem é ou se prepara para vir a ser verdadeiro profissional nesta importante e delicada área, que vai se adaptando a cada época e circunstâncias, porém, continua em alta (quanto à qualidade das oportunidades), com ganhos equivalentes ou maiores ao que muitos conseguem ou conseguiriam em empresas; e na qual, geralmente, tem mais oportunidades que candidata(o)s adequada(o)s.

 

COMUNICAÇÃO E PROPAGANDA IDEOLÓGICA

A tecnologia moderna proporciona comunicar tanto conteúdo, que nossa capacidade o alcança em pequenina fração. Se diz que “papel aceita tudo”, então, em certa medida, os livros, revistas, jornais, emissoras de rádio e televisão, sites, redes sociais, púlpitos, palanques, conversas de esquinas etc…

Propaganda ideológica é inerente a natureza humana e acontece como nunca antes. O aproveitamento qualitativo continua, em geral, pequeno: a tecnologia que tende a aproximar tem revelado a disseminada mediocridade e afastado as pessoas, não só fisicamente.

Encontro com conceitos elementares e ponderações consideráveis por parte de quem queira desfrutar com proveito digno e útil das riquezas da comunicação e das inúmeras propagandas ideológicas nela embutidas.

 

BÍBLIA

O livro mais vendido e lido, não necessariamente o mais estudado e compreendido. Prevalece a superstição, a encenação e até a devoção, e menos a fundamentação, isenção, adesão e compromisso:  até entre os que compreendem a mensagem e proposta na Bíblia contida, poucas vezes a aceitação é correspondente ou a sua realização. Com a facilidade com a qual qualquer um funda a sua própria porta e versão de Deus, batiza-a de igreja e de cristã, por mais que não o seja (e dezenas de milhares não o são), seja com boa fé e determinação de fazer valer suas opiniões e vontades, seja para a canalhice de ganhar dinheiro com a ingenuidade e ignorância alheia, o caos se agrava de modo humanamente irreversível.

Neste encontro, a Bíblia conforme originalmente estudada, compreendida, compilada e apresentada: em linguagem simples, acessível e útil até para não cristãos, com proveito para muito além das atividades religiosas (desde que para pessoas dignas e sensatas ou que vivam lutando para vir a ser).

 

LITURGIA CRISTÃ

Nem todo aquele que acredita também crê e, sim, há uma determinante diferença.

Nas atividades litúrgicas temos os ausentes, os assistentes, os praticantes e os celebrantes. Todos nós podemos transitar pelos quatro grupos, no entanto, os que escolherem e conseguirem crer hão de aprender a celebrar: a mais difícil, exigente, gratificante e maravilhosa escolha. 

O encontro apresenta a duo milenar liturgia cristã, como mergulhar nela e desfrutar de seus encantos concretos, na Igreja: portanto, em todos os lugares.

 

PRÁTICAS E MATERIAIS LITÚRGICOS

Materiais visíveis, sinais, símbolos e ritos a ajudar a celebrar para e com Aquele que não vemos e cremos existir. As partes da Igreja (espaço físico do templo), móveis, objetos, vestes, cores, livros e símbolos litúrgicos; orientações, compreensão e atitude.

 

MISSA PARTE POR PARTE

O cristianismo é unidade na diversidade e vem sendo descaracterizado pela diversidade sem unidade.

Se mais pessoas ousassem participar concretamente da compreensão e celebração do Santo Sacrifício do Senhor, do Seu Serviço Sagrado, da Eucaristia, para além da celebração diária ou dominical, portanto, com todas as suas consequências, então, mais que aprender, fariam jus ao cristianismo: que é também aproximar, não separar; é liberdade, não imposição; é servir, não se servir; é humildade, não vaidade; é fidelidade, com felicidade. 

Em todos os grupos cristãos, não cristãos e não crentes há pecadores que podem vir a ser santos: pessoas realmente morais e éticas; e há os pecadores que assim escolhem permanecer, ainda que simulem santidade.

A quem escolheu ser moral e ético como cristão se apresentam as mais diversas interpretações, rituais e interesses, entre aceitáveis, questionáveis e lamentáveis. Entretanto, na sua origem, com o próprio Jesus a instituindo naquela quinta feira, está a Santa Missa e toda sua riqueza exigente, acessível e inesgotável: na Liturgia da Palavra e na Liturgia Eucarística, antecedidas pelos Ritos de Início e sucedidas pelos Ritos de Envio, participamos do Seu Memorial e celebramos a vida.

 

SACRAMENTOS E SACRAMENTAIS

Os Sacramentos são sete, entretanto, tem mais. Acompanham as fases de nossas vidas, da Iniciação Cristã ao Serviço, passando pela Cura. É temerário negar sua existência, é injusto desrespeitar quem neles crê, é desperdício recebê-los como mero evento social e é maravilho recebê-los conscientemente: sinais vivos de amor que preenche, derrama e não se esgota.

O sacramental mais marcante e acessível o dizemos, damos e pedimos diariamente, geralmente não nos dando conta, o desperdiçando no todo ou em parte…

Encontro que expõe o que são e o quão úteis são os Sacramentos e os Sacramentais na vida de quem quer ser bom e bem sucedido.

 

CELEBRAÇÃO DA PALAVRA (CULTO)

Entre os irmãos dissidentes ou separados as celebrações variam conforme interpretação e interesse do homem ou mulher que fundou cada uma das incontáveis denominações criadas. 

Na origem, a celebração máxima é a Missa, celebrada conforme feito e orientado pelo próprio Jesus, na primeira Quinta Feira Santa. Cabe ao padre presidir a celebração da Missa. E quando não puder fazê-lo, eventualmente, ou onde faltam padres, que celebração pode e deve ser feita? Por quem? Como?

Encontro para MESC – ministro extraordinário da Sagrada Comunhão – que quer cumprir sua obrigação de constantemente estudar e se aprimorar para servir com satisfação, fundamentação, fidelidade e amorosidade. Com exercícios práticos e incluindo situações delicadas que podem surgir durante as celebrações. Pode ser também para demais leigos interessados: e é ótimo que haja interessados.

 

CELEBRAÇÃO DA ESPERANÇA (EXÉQUIAS)

Quando do falecimento de alguém, seus familiares e amigos se reúnem para celebrar. O que: tristeza, alegria, esperança – de que e de quem? A precedência para tais celebrações é do padre ou do diácono, e podem ser conduzidas por ministro leigo. O encontro explica e orienta como. 

Para MESC – ministro extraordinário da Sagrada Comunhão – que quer cumprir sua obrigação de constantemente estudar e se aprimorar para servir com satisfação, fundamentação, fidelidade e amorosidade. Com exercícios práticos e incluindo situações delicadas que podem surgir durante as celebrações. Pode ser também para demais leigos interessados: e é ótimo que haja interessados.

 

ATENDIMENTO A ENFERMOS, IDOSOS E SOLITÁRIOS

Dentre os princípios indispensáveis a orientar o sentir, o querer e o fazer de quem atende alguém nessas condições está: aceitar o outro como ele é. Outro principio é ser fiel ao servir e não se servir da situação (seja pelo bom senso fundamentado, seja também pelo respeito à instituição que representa). Todos nós passamos ou poderemos vir a passar por uma ou mais dessas situações. 

Para MESC – ministro extraordinário da Sagrada Comunhão – e outros interessados que queiram cumprir sua obrigação de constantemente estudar e se aprimorar para servir com satisfação, fundamentação, fidelidade e amorosidade. Com exercícios práticos e incluindo situações delicadas que podem surgir durante as celebrações ou atendimentos. Pode ser também para demais leigos interessados: e é ótimo que haja interessados.

 

ECLESIOLOGIA

É o ramo da teologia cristã que trata da doutrina da Igreja. A origem, para onde caminha e como se faz a Igreja. Igreja nos primeiros séculos, na idade antiga e moderna, e atualmente. A Igreja pelo seu território e suas funções – eclesiologia do clero e leiga.

 

CRISTOLOGIA

Quem é Deus? Quem é Jesus? Quem é o Espírito Santo? Por que Jesus veio? O mundo antes, durante e após Jesus Cristo e Sua humanidade e divindade. Se Ele é o Caminho, como caminhar? “Quem quiser entender plenamente e com proveito as palavras de Cristo, deve conformar sua vida com a d’Ele.”

 

RELIGIÃO E POLÍTICA, FÉ E CIDADANIA

Multidões se manifestam demais sobre política, mas, falam, pensam, opinam, elogiam ou criticam mais como tolos e fanáticos ou destemperados torcedores de futebol. Desconhecem que pela natureza humana somos todos políticos, e se formos religiosos devemos ser ainda mais; e que política, na sua plenitude, é tão inevitável quanto maravilhosa. Se uma pessoa não presta na política é porque a pessoa não presta, e não a política. O dito popular “religião e política não se misturam” é acertado ou equivocado? Aliás, você realmente sabe o que é política e o que é religião?

 

VIRTUDES QUE IDENTIFICAM O CRISTÃO

Virtudes que não são exclusividade do Cristianismo, porém, nele alcançam sua plenitude, conforme vão sendo transformadas em características, atitudes, hábitos e testemunho do verdadeiro cristão. A partir das duas virtudes matrizes do Cristianismo, um passeio ponderado por algumas das virtudes que delas derivam e a elas alimentam e convergem: todas, nascidas da maior das virtudes…

 

“PAS” E PAZ NA CASA COMUM

É preciso ser um cientista genial para perceber que nossa casa comum – o Planeta Terra – cada vez mais tarda ou não consegue renovar-se a contento ante tanta poluição e outros prejuízos que lhe são impostos pelos seus principais inquilinos? Relativamente pouca gente vai além do discurso, da intenção e da oração. Tem muita encenação e interesse egoísta e mercantilista e poucas atitudes realmente sustentáveis. Inclusive, por parte dos que se dizem crentes em Deus. 

O encontro se propõe a oferecer fundamentos, argumentos e sugestões acessíveis para quem queira corresponder concretamente à sua crença em Deus, à sua cidadania; e destacar-se no mundo corporativo como verdadeiro e notável profissional. PAS: Programa Atitudes Sustentáveis.

 

NOSSA SENHORA

Com as contraditórias divisões do cristianismo, entre os que continuam no rebanho original, muitos erram no modo de venerar; entre os separados, muitos erram ao darem por verdadeira a falácia herética de que os católicos adorariam outros que não apenas a Deus.

Maria, a mãe de Jesus, aparece pouco no texto bíblico. O motivo seria a sua pequena importância ao ponto da quase insignificância na História da Salvação? E se ela tivesse respondido “não”? Como mãe espiritual, a primeira cristã, a primeira discípula, a primeira missionária, primeira a ser à imagem de Cristo, nunca precisou ser protagonista, sem perder seu protagonismo, subordinado ao Filho: “Não és deusa, não és mais que Deus, mas, depois de Jesus, o Senhor, neste mundo ninguém foi maior!”

 

CONCÍLIO VATICANO II: UM OÁSIS NA HISTÓRIA DA IGREJA E NA VIDA DO CRISTÃO!

Se os católicos que não conhecem as Constituições, Decretos e Declarações do CV II resolvessem estudá-los, pensá-los e aderir a eles, sendo honestos e sensatos, flagrar-se-iam encantados, finalmente ou mais que antes, por Jesus e Sua Igreja, esclarecidos e fortalecidos para a adesão concreta às celebrações litúrgicas e, por consequência, para todas as suas atividades e relacionamentos.

Se os cristãos não católicos, outros crentes e não crentes fizessem o mesmo, sendo honestos e sensatos, flagrar-se-iam tentados a voltar ou aderir ao rebanho original de Jesus. Ou, conforme descobrissem que muito do que ensinam, aprendem e compartilham contra a Igreja Católica é mentira deliberada ou exercício de ignorância, pelo menos, passariam a respeitar, ou a respeitar mais, os católicos.

 

CIC – CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA

Uma “exposição orgânica e sintética dos conteúdos essenciais e fundamentais da doutrina católica, à luz do Concílio Vaticano II. Suas fontes principais são a Sagrada Escritura, os Santos Padres, a Liturgia e o Magistério da Igreja.” A metodologia doutrinal dos dois mil anos da Igreja Católica. O conjunto é composto por quatro grandes blocos: uma profissão de fé, os Sacramentos de fé, uma vida de fé e uma oração na vida de fé.